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10-dicas-para-educar-seus-filhos-para-prudencia-catholicus(Foto:Divulgação)

O que é ser prudente? É só ser cauteloso? É apenas pensar antes de agir? De acordo com o teólogo Juan Luis Lorda, a prudência é “o hábito de decidir bem”. Trata-se de ter bom juízo ou, ainda, sensatez ou bom senso.

É claro, portanto, que não podemos pretender que uma criança seja um exemplo vivo dessa virtude, que precisa de tempo, experiência e maturidade para se desenvolver. Ainda assim, há muitas situações do dia-a-dia que podem servir para educar nossos filhos para a prudência.

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Confira algumas dicas:

1. Preocupe-se com a habilidade de leitura dos seus filhos. Ser prudente requer lidar com informação. A leitura, portanto, é uma ferramenta indispensável.

2. Ajude as crianças a desenvolver a sua capacidade de observação. Essa habilidade é muito importante para que eles possam compreender com profundidade situações envolvendo relações entre pessoas.

3. Crie situações que as crianças precisem aprender a escutar. De novo, a necessidade de se informar está em jogo. Ouvindo bem as pessoas, adquirimos muitas informações.

4. Ajude os seus filhos, a partir da adolescência, a distinguir entre fatos e opiniões, entre o que é importante e o que é secundário. A prudência é uma virtude que requer o desenvolvimento da capacidade crítica.

5. Ajude os jovens a reconhecer os seus próprios preconceitos, para desenvolverem uma visão mais objetiva da realidade.

6. Auxilie os jovens a reconhecer quais fontes de informação são fiáveis. É preciso que aprendam a reconhecer quem fala com propriedade sobre temas importantes.

7. Faça com que os seus filhos entendam que precisam ter a informação necessária para formular uma opinião sobre algum tema.

8. Aproveite as oportunidades para treinar a memória dos seus filhos. Sem uma boa memória, será difícil agir com prudência, já que as informações necessárias para tomar decisões ficarão para trás.

9. Auxilie os seus filhos a pensar nos critérios que utilizam para tomar uma atitude ou uma decisão concreta.

10. Exija que os jovens atuem de acordo com as consequências das decisões que eles mesmos tomaram.

Fonte: Sempre Família

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