Após o Concílio do Vaticano II, os leigos deixaram de ser vistos como “coisas”, “tarefeiros”, “recursos produtivos” e passaram a ser entendidos como Evangelizadores do Reino.
Os leigos que contribuem para a edificação de nossas comunidades, vêm sempre municiados de generosidade e competência. São pessoas esclarecidas que demonstram grande potencial para o trabalho em equipe. São capazes de ajudar os presbíteros no desempenho de suas responsabilidades. Assumem, em grande escala, o serviço de animação das comunidades que se articulam em paróquias.

Para que nossa Igreja seja essencialmente missionária, são necessários agentes que possam estimular as pessoas, as pastorais, os movimentos, os grupos e as comunidades, levando conhecimento claro de Deus, uma vivência saudável e eficaz da fé.

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As paróquias necessitam de agentes para a Pastoral do Dízimo. Para que estes possam ser verdadeiros evangelizadores é necessário que se posicionem e vivenciem as seguintes estratégias:

1)  Fazer a experiência dizimal
A experiência dizimal precisa ser uma realidade na vida do agente. Se ele não vivenciar conscientemente o que propõe, não participará com satisfação e nem mesmo convencerá outras pessoas disto.

2) Estar sempre motivado
Os objetivos e as metas a serem alcançados são grandes motivadores da ação perseverante e persistente do agente da Pastoral do Dízimo. Com objetivos claros, o agente contagiará os paroquianos que farão, com alegria, a experiência dizimal.

3) Tornar o dízimo conhecido
Ao expor os benefícios do dízimo terá presentes as dimensões religiosa, social e missionária, com linguagem clara e sucinta. Assim agirá com excelência operacional e fará com que os paroquianos apreciem a essência do dízimo.

4) Conscientizar os paroquianos
No relacionamento com os paroquianos, é necessário informar que o dízimo só será autêntico se nascer de um coração fecundo: a Palavra de Deus.

5) Criar desejo e sentir necessidade
Procure criar nos paroquianos a necessidade de contribuir com o dízimo. A partir daí os paroquianos vão perceber que o dízimo é o sinal de nossa gratidão a Deus pelos bens que Ele nos oferece, todos os dias, percebendo que este é o primeiro desejo e necessidade para se oferecer o dízimo.

Assim, começamos a entender que a nossa Igreja é missionária. Esta atividade flui da própria essência da Igreja (LG 17; AG), e a obra de evangelização é dever fundamental do povo de Deus. Todos os fiéis assumem sua quota individual de responsabilidade (LG 33).

Dom Edson Oriolo é Bispo Auxiliar na Arquidiocese de Belo Horizonte/MG, Mestre em Filosofia Social, Especialista em Marketing, Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Pessoas, Professor, “Leader and Professional Coach” pela Act Coaching Internacional e membro do Conselho de Conteúdo da Revista Paróquias & Casas Religiosas. Autor do livro “A nova pastoral do dízimo: formação, implantação e missão na Igreja”, publicado pela Catholicus Editora.

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