Jesus mostrou até onde vai o amor de Deus por nós. Hoje somos nós que precisamos mostrar esse mesmo amor de Deus ao mundo. São tantas as maneiras de fazê-lo. Sem dúvida, a nossa doação em prol da comunidade paroquial onde residimos é um sinal eficaz desse amor divino. A Igreja, que por vontade de Cristo é sinal universal de salvação (cf. LG 129), se concretiza para nós na comunidade onde os fiéis se reúnem e onde vivem no dia-a-dia sua vida cristã. É lá que o fiel vai mostrar que Deus é amor. O dízimo é, então, muito mais do que pagar os serviços religiosos que da comunidade se recebe.

3 dimensões do dízimo para refletir

1ª. O dízimo é o resumo de tudo o que o fiel crê e vive do amor concreto de Deus;

2ª. Com o seu dízimo ele mostra que acredita que na comunidade o Reino se faz realidade, por mais limitadas que sejam as pessoas que a compõem.

3ª. O dízimo é sinal de sua doação de sua colaboração.

Na comunidade o fiel experimenta o amor gratuito de Deus que, por sua vez, passa pela convivência fraterna. Também na comunidade, ao se doar fraternalmente e doar do que é seu, o amor de Deus passa adiante; outros também o poderão experimentar. É a comunidade como um todo que se torna sinal eficaz e, o fiel que colabora com seu dízimo ajuda na construção do Novo Reino.

Dízimo é generosidade, é doação, é bênção, sim. Bem entendido, é vida para todos. Vida comprometida com o projeto do Deus de amor que cria, mantém e salva por amor todo ser humano, e quer que todo ser humano acolha e compartilhe o mesmo amor.

Fonte: Revista Paróquias, ed. 40 – Leia e aprenda muito mais sobre Dízimo – ASSINE JÁ!

Pe. Mário Fernando Glaab é Mestre em Teologia Dogmática, pela Pontifícia Universidade Santo Tomás de Aquino de Roma, Pároco na Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, União da Vitória/PR. Autor de várias obras, dentre elas: “Algumas considerações sobre os Sacramentos”, publicada ela Editora Pão e Vinho.

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