O que vem primeiro a evangelização ou a conversão?! Certamente que a Evangelização. No entanto, muitos de nós cobramos a conversão de tantos que não evangelizamos. E muitas vezes não evangelizamos, não por falta de palavras, mas por falta de atitudes – de testemunho!

O fiel dizimista tem consciência que o Dízimo, além de uma fonte de recursos para o apostolado, é também um instrumento direto de evangelização na medida em que a atitude de fidelidade do dizimista questiona o não dizimista. É muito frequente que a pessoa que não assume a condição de dizimista, não o faça por ser demasiadamente apegada ao dinheiro no qual acaba se apoiando, ao invés de se apoiar em Deus. E não se pode servir a dois senhores, conforme nos atesta o Evangelho.

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Sem o desapego que se adquire mediante a fé em Deus e em sua divina providência, jamais alguém conseguirá se tornar um autêntico dizimista. Pior ainda, se a pessoa que anuncia o Evangelho, levando alguém à conversão, mas se ela mesma não dá o testemunho de dizimista – provavelmente a pessoa assim evangelizada também terá a mesma dificuldade que seu evangelizador em aderir ao dízimo.

Na evangelização o testemunho sempre foi, é e será fundamental e aquele que prega o Evangelho mas exclui de sua prática a coerência de vida com a pregação – estará fadado ao insucesso em sua missão de evangelizar e corre mesmo o risco de não ser reconhecido pelo Senhor no último dia, se não vier a harmonizar a sua conduta com o Evangelho.

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É sempre oportuno examinarmo-nos e avaliar a nossa caminhada. Estamos sendo fiéis?! Temos plena consciência da nossa missão? Qual o papel que o Dízimo ocupa em nossa vida de batizados?!

É absolutamente certo que todos desejamos responder sim ao chamado que o Senhor nos faz mas também é preciso que nos convençamos com toda certeza e confiança que o Dízimo nos ajuda a evangelizar!

Autor: Luiz Tarciso

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