28 anos depois, médico vira colega de trabalho da enfermeira que cuidou dele quando bebê
Foto: Stanford Children's Health - Lucile Packard Children's Hospital Stanford | Facebook | Fair Use

Um reencontro muito especial e cheio de esperança

Quando um bebê recebe alta da UTI neonatal é um acontecimento feliz não só para os pais, mas para todos os profissionais do hospital que, com muita dedicação, acompanharam o pequeno em sua viagem até o bem-estar. Por isso, quando esses profissionais recebem notícias de como esses bebês prosperaram como adultos, é muito reconfortante. Foi o que aconteceu com Vilma Wong, uma enfermeira de UTI neonatal dos Estados Unidos.

Recentemente, Vilma estava na metade do seu turno de trabalho no Hospital Infantil Lucile Packard, na Califórnia, onde trabalha há 32 anos. Um residente de neurologia pediátrica chamado Brandon Seminatore estava acompanhando a equipe naquele dia. “Eu perguntei quem ele era é o sobrenome dele me soou familiar”, disse a enfermeira.

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A conversa continuou e ela se lembrou de um bebê prematuro de que ela tinha cuidado há décadas e que tinha o mesmo sobrenome. Por isso, Vilma perguntou a Brandon se o pai dele era um agente da polícia. Então, “produziu-se um grande silêncio”, contou Vilma. “Depois, ele mesmo me perguntou se eu era a Vilma. E eu disse que sim…”

Brandon passou mais de um mês na UTI neonatal, pois nasceu prematuro (com 29 semanas de gestação). Quando, já adulto, começou a trabalhar no mesmo hospital em que nasceu, a mãe dele sugeriu que procurasse a enfermeira que cuidou tão bem dele.

No entanto, Brandon pensava que Vilma já tivesse se aposentado. Nunca esperava dar de cara com ela dessa forma.

“Conhecer Vilma foi uma experiência surreal. Quando ela reconheceu meu nome, compreendemos de imediato que eu era um daqueles bebês. Eu completei o círculo e agora estou cuidando de bebês ao lado da enfermeira que cuidou de mim”, comemorou Brandon.

O médico declarou que a sua história “é uma esperança para as famílias de crianças que tiveram um começo difícil”. E quem melhor para ilustrar essa esperança do que um neurologista infantil que nasceu na mesma unidade onde, agora, ajuda outros bebês a seguirem suas vidas?

Fonte: Aleteia

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