3 milhões de pessoas pedem que Netflix cancele filme blasfemo sobre “Jesus gay”

O filme “A Primeira Tentação de Cristo” foi produzido pelo grupo de comédia brasileiro Porta dos Fundos e estreou na plataforma em 3 de dezembro

Através de duas plataformas de coleta de assinaturas, Change.org e CitizenGo, cerca de 3 milhões de pessoas estão pedindo que Netflix cancele um filme que estreou por ocasião do Natal, mas que apresenta Jesus como homossexual e a Virgem Maria como prostituta.

O filme satírico intitulado “a Primeira Tentação de Cristo” foi produzido como um “especial de Natal” pelo grupo de comédia brasileiro Porta dos Fundos e estreou na plataforma em 3 de dezembro. Foi lançado com legendas em inglês, alemão, italiano e francês.

O filme não só apresenta Jesus como uma pessoa que mantém relações sexuais com homens, como também retrata a Virgem Maria como prostituta e os apóstolos como um grupo de alcoólatras.

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Em Change.org, a campanha foi lançada há duas semanas e já conta com mais de 2 milhões e 218 mil assinaturas que pedem que o conteúdo seja retirado. Do mesmo modo, pede-se que a plataforma de streaming se retrate por ter “ofendido gravemente os cristãos”.

Em CitizenGo, por sua vez, a campanha foi lançada em 11 de dezembro e já conta com mais de 813 mil assinaturas dirigidas a Reed Hastings, fundados e CEO de Netflix, Jeff Hensien, chefe do departamento de serviço ao consumidor de Netflix, e Ted Sarandos, gerente de conteúdo de Netflix.

Na campanha de CitizenGo, asseguram que “não só estão nos atacando, como também estão fazendo no Natal, buscando o maior escárnio e a maior humilhação possível contra nossas crenças”.

O presidente de CitizenGo, Ignacio Arsuaga, condenou energicamente o filme, dizendo que “é uma provocação em forma de filme” e “uma gravíssima zombaria em escala internacional sobre nossas figuras sagradas”.

“O filme, em uma suposta chave de comédia, se chama ‘A Primeira Tentação de Cristo’ e é produzido pelo grupo brasileiro chamado Porta dos Fundos, e não tem outro objetivo senão tirar sarro dos cristãos e suas crenças”, continua Arsuaga.

Com informações de ACI Digital
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