Administrar com visão empreendedora e o CONAGE incentiva essa estratégia

Vivemos em uma civilização onde o esforço cooperativo do homem é a base fundamental da sociedade. Graças às limitações físicas, biológicas e psíquicas, o homem tem necessidade de cooperar com o outro, para em conjunto alcançar seus objetivos. Nesse contexto, a administração é vital, seja, na indústria, no comércio, nas organizações de serviços públicos, nos hospitais, nas universidades, nas instituições militares e religiosas ou em qualquer forma de empreendimento humano.

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A palavra administração vem do Latim ad (direção, tendência para) e minister (subordinação ou obediência), e significa aquele que realiza uma função abaixo do comando de outrem. No entanto, a palavra sofreu uma radical transformação no seu significado original, por isso, a tarefa atual da administração passa pelo processo de planejar, organizar, dirigir e controlar o uso de recursos a fim de alcançar objetivos.

Planejar

Significa estar no dia de hoje e pensar no dia de amanhã, traçar as metas a fim de alcançar os objetivos, visualizar o caminho para o qual se deve trilhar e, assim, dar sentido a organização fazendo com que tenha um propósito a alcançar e cumprir, prevendo e antecipando situações as quais a organização possa passar, definindo a utilização dos recursos disponíveis.

Organizar

É o processo pelo qual se pode obter mais qualidade, velocidade, facilidade e dinamismo, separando tarefas, funções, cargos a fim de se obter uma sistemática, que cada setor interaja com outro de forma organizada.

Dirigir

É o caminho pelo qual se consegue os recursos para que sigam o planejamento, assim assegura o que foi planejado e executado.

Controlar

Incentiva saber o que ocorre na organização, em que pé anda o que foi planejado, mantendo o controle não se correndo o risco de perder algo, pois é por meio do controle que se visualiza a organização no cotidiano, o que entra e sai da organização.

A administração é muito dinâmica, pois se leva em conta os recursos humanos, materiais, financeiros, entre outros. Assim, surge a necessidade de se utilizar as funções para facilitar o controle de recursos. Entretanto, cabe ao administrador estudar o ambiente em que está inserida a sua instituição, ou seja, o administrador pode exercer as quatro habilidades explicadas acima. Logo, a paróquia ou a congregação religiosa, poderá aplicar esses conceitos que possibilitam gerenciar com eficácia e respeitando os recursos utilizados.

Paulo Henrique Silva, CR é Irmão da Ordem dos Clérigos Regulares, Padres Teatinos.

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