Em agosto a Igreja celebra as vocações: sacerdotal, diaconal, familiar, religiosa, leiga e catequista. É um mês voltado para a reflexão e a oração pelas vocações e os ministérios, de forma a pedir a Deus para que todos os batizados “sejam fiéis como apóstolos leigos, como sacerdotes, como religiosos e religiosas, para o bem do povo de Deus e de toda a humanidade” (João Paulo II).

Vocação é um termo derivado do verbo vocare, que em latim significa chamar. Por isso tamanha importância dada ao tema. Porque vocação é o início de tudo. Em um sentido mais preciso, é um chamado a partir da pessoa de Jesus, que nos convida a segui-Lo. Vocação, portanto, quer dizer que anterior a nós há um chamado, uma escolha pessoal que vem de Deus, a quem seguimos com total empenho, como afirma São Paulo na Carta aos Romanos: “Eu, Paulo, servo de Jesus Cristo, apóstolo por vocação, escolhido para o Evangelho de Deus.” (Rom 1, 1)

O mês vocacional nos provoca a refletir a importância da vocação, nos levando a descobrir nosso papel e nosso compromisso com a Igreja e a sociedade. A partir do momento em que tomamos consciência, ela precisa nos levar à ação, vivenciando no dia-a-dia o chamado que o Pai nos faz.

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Instituído na 19ª Assembleia Geral da CNBB, em 1981, o Mês Vocacional tem como objetivo conscientizar as comunidades da responsabilidade que elas compartilham no processo vocacional. Por isso, a cada domingo de agosto celebramos, respectivamente, os dias do padre, da família, dos religiosos, dos leigos e dos catequistas.

Que a celebração do mês vocacional nos traga as bênçãos do Pai para vivermos a nossa vocação, na certeza de que todas são importantes e indispensáveis. Cada uma, na sua especificidade, nos leva à perfeição da caridade, que é a essência da vocação universal à santidade.

Fonte: Arquidiocese de Passo Fundo
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