Dentro do contexto do Ano da Paz, proposto pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dioceses e comunidades têm organizado diferentes iniciativas.

Em Brasília, haverá uma Caminhada pela Paz no dia 4 de outubro, realizada pela arquidiocese, com o tema: “Caminhada da Paz: Cuidado da Casa Comum”, em sintonia com a encíclica do papa Francisco, Laudato Si

A organização do evento estima a participação de 20 mil pessoas. A Caminhada da Paz contará com o auxílio de voluntários preparados pela Comunidade da Cruz Vermelha e Crissant (CVI), que prestarão atendimento no trajeto.

Lideranças de movimentos e entidades apoiam a atividade como a superintendência Internacional da Organização Mundial dos Direitos Humanos (OMDH), membros da Organização das Nações Unidas (ONU), instituições de ensino. Ao todo, 37 escolas católicas estão envolvidas na mobilização junto aos alunos e famílias. O evento quer envolver, também, igrejas e denominações religiosas, propondo, assim,  diálogo ecumênico e inter-religioso.

A promoção é do Vicariato da Ação Social da arquidiocese de Brasília, Comissão Justiça e Paz, Cáritas e Associação Nacional de Educação Católica do Distrito Federal (Anec-DF).

Trajeto

A concentração ocorrerá nas quadras 104/204 Norte, às 8h. A Caminhada seguirá até as quadras 115/215, no Eixão Norte. Durante o trajeto haverá paradas temáticas, organizadas pelos estudantes. Serão tratados os seguintes temas ao longo do caminho: “Preservação dos Biomas e de sua vegetação”, “Solo”, “Situações de violências étnicas” e “Relações humanas e violências”,  “Educação e espiritualidade ecológica”. Também será abordada a situação do lixão na Cidade Estrutural. Ao final da caminhada, haverá benção aos animais.

Ano da Paz

A CNBB proclamou 2015 como o Ano da Paz, com aprovação, por unanimidade, dos bispos durante a 52ª Assembleia Geral. Trata-se de um período de reflexões, orações e ações sociais, que se estenderá até o Natal próximo.  

O bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da Conferência dos Bispos, dom Leonardo Steiner, explica que a iniciativa acontece frente à violência crescente em todos os níveis. “Violência de morte, de abuso de poder, de descarte da pessoa, de quebra das relações de confiança, de desagregação da família, de ganância e corrupção, de marginalização da infância e da adolescente”, acrescenta o bispo.

Fonte: CNBB

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