Em 10 dias de atividades e encontros de debates e oração culminaram com a aprovação das Diretrizes Gerais para Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil

Conclui-se nesta manhã de sexta-feira a 53ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que teve início no dia 14 de abril. A missa de encerramento foi celebrada pela nova presidência da CNBB eleita na última segunda-feira: o Arcebispo de Brasília (DF), Dom Sérgio da Rocha, presidente; o Vice-presidente, o Primaz do Brasil, Arcebispo de Salvador (BA), Dom Murilo Krieger; e o reeleito como Secretário Geral, o Bispo auxiliar de Brasília, Dom Leonardo Steiner. A nova presidência assume o cargo nesta sexta-feira.

 

 

Foram 10 dias de muita atividade e encontros de debates e oração que culminaram com a aprovação das Diretrizes Gerais para Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil.

O Arcebispo de Brasília (DF), Dom Sérgio da Rocha, foi eleito 1º membro da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para a 14ª Assembleia do Sínodo dos Bispos sobre a Família. O Bispo de Camaçari (BA), Dom João Carlos Petrini, foi eleito 2º membro. O Arcebispo de Mariana (MG), Dom Geraldo Lyrio Rocha, foi eleito 3° membro, enquanto foi escolhido como 4° membro o Arcebispo de São Paulo (SP), Cardeal Odilo Pedro Scherer.

O Bispo de Osasco (SP), Dom João Bosco Barbosa de Sousa, recém eleito presidente da Comissão para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), foi escolhido como 1º suplente para a 14ª Assembleia do Sínodo dos Bispos sobre a Família. Como segundo suplente foi escolhido o Bispo auxiliar de Brasília (DF), Dom Leonardo Steiner, reeleito secretário geral da CNBB.

O Sínodo convocado pelo Papa Francisco, irá se realizar de 4 a 25 de outubro, no Vaticano, e terá como tema “A Vocação e a Missão da Família na Igreja e no mundo contemporâneo”.

Um dos últimos atos no dia de ontem foi a votação e aprovação do Santuário de São José de Anchieta como Santuário Nacional. Sobre a importância dessa aprovação eis o que nos disse o Arcebispo de Mariana, Dom Geraldo Lyrio Rocha que apresentou o pedido…

Na última coletiva de imprensa dos bispo durante a 53ª Assembleia Geral da CNBB, na tarde de ontem, 23, encontraram os jornalistas o Bispo de Campos (RJ), Dom Roberto Francisco Ferrería Paz, o Bispo de Barra do Piraí – Volta Redonda (RJ), Dom Francisco Biasin, e o Bispo auxiliar de São Luís (MA), Dom Esmeraldo Barreto de Farias. Os temas da coletiva: Ano da Paz, ecumenismo e cristãos perseguidos e a mensagem pelos 50 anos do diaconato permanente.

Dom Francisco Biasin falou do Ecumenismo e Cristãos Perseguidos, ressaltou a importância de celebrar os 50 anos do Concílio Ecumênico Vaticano Segundo que trata da unidade cristã.

Falou da necessidade de cultivar um diálogo com outras igrejas, para a abertura de novos caminhos e horizontes. Comentou sobre a realidade dos cristãos perseguidos enfatizando: “eles dão a vida por professarem a fé cristão e vivem uma continua ameaça por conta da politica de extermínio.” Citou o genocídio do povo armênio, fato ocorrido na Turquia no século passado. Destacou a importância dos organismos internacionais deterem a violência e não somente atacar. “Temos de orar pelos perseguidores e nunca cultivar o ódio”.

Ao concluir Dom Francisco Biasin falou do livro “Caminhos de diálogo”, editado pela comissão para o ecumenismo e o dialogo inter-religioso. O material é voltado para universidades, seminários, faculdades de teologia e tem o objetivo de plantar a semente do diálogo e da tolerância para a construção da paz.
Dom Esmeraldo Barreto de Farias apresentou aos jornalistas a mensagem pelos 50 anos do diaconato permanente. Ao comentar a mensagem dom Esmeraldo falou da marca fundamental de Jesus que é o servir, tema deste ano na Campanha da Fraternidade.

Agradeceu por todos os homens, que fazem parte do diaconato permanente, sendo cerca de 3 mil diáconos, que recebem a graça de serem sinal de cristo. Informou que nesta noite de ontem, 23, se realizaria uma grande assembleia comemorativa para celebrar os 50 anos da restauração do Diaconato Permanente com a eleição da nova presidência diaconal.

O Bispo de Campos (RJ), Dom Roberto Francisco Ferrería Paz, inicio seu pronunciamento dizendo que “A paz a gente faz”. Ao falar sobre o Ano da Paz, celebrado neste ano de 2015, falou que estamos vivendo um momento de Paz Agredida, que é a falta da paz e o desejo da paz, a paz anunciada, que é a paz que vem de cristo e a paz restaurada que é a vocação de sermos operadores da paz.

Dom Roberto destacou: “A paz é um processo, um caminho. A missão da igreja é anunciar a paz e realizar o nascimento de Cristo em cada coração.” Explicou a necessidade de refletirmos a falta da paz, situação que acontece nas escolas e na família, reforçou a necessidade de uma aliança entre igreja, escola e família para que a paz seja trabalhada.

 

 

Por Rádio Vaticano

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