Foto: Reprodução
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Por ocasião dos 25 anos de falecimento do Anjo Bom da Bahia, o Memorial Irmã Dulce (MID) realizou nesta terça-feira, 12 de dezembro, às 16h, no Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho), a inauguração da mostra intitulada “A tela, o pincel e uma sublime inspiração”.

A exposição será aberta ao público com a presença de artistas plásticos e museólogos, assim como profissionais das Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), devotos e admiradores da vida e obra da freira baiana.

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Com entrada franca, a mostra reunirá 38 telas, feitas a partir de técnicas e estilos variados, assinadas por artistas renomados e anônimos que retrataram a religiosa, que desde muito jovem chamou a atenção pelo seu trabalho social pelos mais pobres, doentes e necessitados.

“A tela, o pincel e uma sublime inspiração” – que ficará em exibição até 12 de janeiro de 2018 – contará também com uma área dedicada à arte-educação, com realização de oficinas de arte para crianças e adolescentes e exibição de documentários e do filme “Irmã Dulce”.

Um detalhe interessante é que toda a coleção que integra o acervo do Memorial Irmã Dulce, que é praticamente composta a partir de doações, começou a ser formada com a Mãe dos Pobres ainda em vida.

“Era comum ela receber como presente uma tela com a pintura da sua imagem, o que a deixava muito envergonhada, pois não entendia o motivo para tal homenagem. Porém, desde cedo o seu trabalho de caridade chamou a atenção dos baianos, impressionados com a coragem da jovem freira, que recolhia e abrigava doentes e mendigos pelas ruas de Salvador e diariamente circulava pela cidade em busca de auxílio”, comentou o assessor de Memória e Cultura das Obras Sociais Irmã Dulce, Osvaldo Gouveia.

Já a museóloga da OSID, Carla Silva, lembrou que os trabalhos trazem em comum a inspiração no Anjo Bom. “Podemos dizer que muitas destas obras também contam um pouco desses 25 anos sem a presença de Irmã Dulce, pois foram concebidas após a sua morte, por motivações diversas, demonstrando a continuidade e o crescimento do sentimento de amor, admiração, carinho, fé, devoção e respeito pela vida e obra da Bem-Aventurada. É a prova de que ela se mantém viva e presente na nossa memória, assim como as Obras Sociais, o seu maior milagre, que seguem em pleno funcionamento e crescimento, com o objetivo de servir cada vez mais e melhor a todos que precisam”, ressaltou.

Fonte: Gaudium Press, com informações Arquidiocese de Salvador

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