Campanha pede que Disney crie

Campanha pela internet muitas vezes tem pouco ou nenhum efeito prático. Mesmo assim, acabam recebendo atenção da mídia e servem para reforçar uma determinada narrativa ideológica. Por isso, quando esse tipo de campanha visa crianças, merece uma atenção ainda maior.

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A Planned Parenthood, maior organização abortista do mundo, com influência junto à Organização das Nações Unidas (ONU), tentou essa semana iniciar um movimento por “Novas Princesas da Disney”.

“Precisamos de uma princesa da Disney que tenha feito um aborto”, escreveu a Planned Parenthood no seu perfil oficial Twitter. Também sugeriu outros tipos de princesas: pró-escolha (favorável ao aborto), imigrante ilegal, sindicalista e transexual.

A mensagem rapidamente viralizou, obtendo milhares de compartilhamentos, uma vez que está em sintonia com o movimento feminista, com forte atuação nas redes sociais. Os pedidos não estão muito distante da realidade, tendo em vista o anúncio recente da roteirista de Frozen, que disse “ter ouvido” os apelos para que Elsa tenha uma “namorada” em “Frozen 2”. Recentemente, o canal a cabo da Disney já apresentou uma princesa que era, na verdade, um menino.

É inegável que meninas do mundo inteiro são influenciadas pelas princesas exibidas nos filmes da Disney. Elas cantam suas canções, usam roupas com seus rostos, e olham para elas como algum tipo de modelo a ser seguido.

Essa noção equivocada de “empoderamento” sugerida pela Planned Parenthood mostra-se nociva e potencialmente perigosa, caso tenha algum efeito prático.

Sites conservadores, como o LifeNews, fizeram pesadas críticas, cobrando a Disney para se pronunciar. Depois de pouco mais de 24 horas no ar, o tweet foi apagado. O motivo pode ter sido a pressão política, pois o presidente Donald Trump vem cortando os milhões em subsídio oferecidos anualmente à Planned Parenthood que foram colocados pelo governo Obama como parte do orçamento de ‘saúde’. A rede de abortos recebeu no ano passado cerca de US$ 500 milhões do dinheiro vindo de impostos.

Mais do que uma mensagem de rede social, a postura da Planned Parenthood revela que já não existe mais nenhum tipo de preocupação com a idade das pessoas quando se trata de campanhas pró-aborto. A promoção da agenda abortista junto à ONU prevê o ensino de “programas de educação sexual” no ensino fundamental, incluindo o aborto como “medida contraceptiva”.

A associação com agendas políticas como “sindicalista” e “transexual” também servem para mostrar como tudo está interligado, no processo de doutrinação do chamado “marxismo cultural”, que defende abertamente a “destruição da família”.

Fonte: Gospel Prime

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