Casada há 11 anos sem poder ter filhos, enfermeira adota bebê de quem cuidou em UTI
Foto: Arquivo Pessoal

Com quase 2 anos de idade, o menino já passou por três cirurgias no coração

Uma enfermeira norte-americana adotou um dos bebês pelos quais ela foi responsável na UTI do Hospital Pediátrico de Illinois. O bebê Blaze nasceu com um defeito cardíaco congênito chamado síndrome da hipoplasia do coração esquerdo e já passou por 3 cirurgias – a primeira delas 3 dias depois de nascer. Angela Farnan, de Peoria, se tornou oficialmente a mãe de Blaze em 8 de junho do ano passado, pouco depois do primeiro aniversário do bebê.

A família biológica do menino morava muito longe da cidade e não tinha recursos para as idas e vindas do hospital e para custear o tratamento do bebê. No início, Angela recebeu a guarda provisória de Blaze, com a permissão dos seus pais. Depois da segunda cirurgia do bebê, em março de 2018, a sua mãe biológica pediu, entre lágrimas, que Angela o adotasse.

“Ela chorava e dizia: ‘Só não quero que ninguém pense que sou uma mãe ruim’. Respondi que ela tinha tomado a melhor decisão possível como mãe e que não havia dúvidas de que ela amava o filho’”, contou a enfermeira ao programa de televisão Good Morning America. “Foi um dia muito comovente, porque eu e meu marido estávamos apaixonados pelo bebê e o momento de deixá-lo estava cada vez mais perto”.

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Angela casou-se com Rick há quase 11 anos. Ambos foram casados anteriormente e Rick tem um filho adulto, Bryce. Depois do casamento com ele, porém, Angela descobriu que era estéril. “Quando alguém me perguntava quantos filhos eu tinha, respondia que dependia do dia. Às vezes 15 ou 20”, contou ela em uma reportagem no site do hospital, referindo-se aos bebês de que cuida na UTI.

“Realmente acredito que Blaze abençoou nossas vidas. Ele é cheio de alegria. Seu sorriso nos ilumina”, disse Angela, que trabalha há 32 anos no hospital, administrado por religiosas franciscanas. Segundo ela, ele adora dançar e tem uma personalidade muito doce. Blaze terá que, possivelmente, passar por um transplante de coração em algum momento de sua vida.

Fonte: Sempre Família

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