A família inteira está se sacrificando para dar conforto às 4 meninas, mas Deus soube recompensar este ato de generosidade de maneira especial

Dar é receber, reza o ditado popular. Para a família de Laura e Ric Ruffino, de Nova Iorque, isso significou fazer a família dobrar de tamanho de uma só vez.

Quando Elizabeth Diamond foi diagnosticada com câncer cerebral na etapa 4, seu maior temor era o futuro e bem-estar das suas 4 filhas, que tinham entre 5 e 12 anos de idade. Elizabeth era mãe solteira.

“Quando ela estava morrendo, eu lhe fiz duas promessas – contou Laura ao Daily News. Eu lhe disse que falaríamos dela todos os dias às suas filhas e que daria um jeito de conseguir que cada uma delas tivesse um lar”.

Laura e Elizabet se conheceram quando ambas tinham 5 anos, tornaram-se melhores amigas e cresceram juntas na cidade de Buffalo.

Com o tempo, as amigas se tornaram mãe de meninas: Elizabeth teve 4 filhas e Laura teve 2.

Laura e seu esposo decidiram ajudar Elizabeth. Em abril deste ano, iniciaram o processo legal de adoção das 4 meninas.

No entanto, arranjar espaço para os novos membros da família não foi fácil. As filhas de Laura cederam seus quartos e começaram a dormir em outros lugares da casa: uma no quarto dos pais e outra no escritório da casa.

“Estamos fazendo o possível para que tudo funcione bem”, contou Laura, sorrindo.

A família ainda está um pouco apertada, mas tem grandes planos de reforma da casa.

“Poderíamos construir quartos para as meninas no lugar da garagem, e talvez uma sala de jogos no porão”, disse Laura. “Meu objetivo é manter a promessa que fiz à Elizabeth.”

Quando a notícia sobre sua difícil situação começou a circular, as empresas locais se ofereceram para doar seu trabalho à família, que se encarregaria somente do material da reforma.

O Centro de Bem-Estar da cidade também criou uma página de arrecadação de fundos. E já recebeu mais de 5 mil dólares para as meninas.

“Estou surpresa diante de tanto amor e generosidade que estamos recebendo. Sinto que a Elizabeth está presente nisso e, como família, somos simplesmente cada vez mais fortes”, concluiu Laura.

Por:Aleteia

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