Dom Francisco Canindé bispo da diocese de petrolina

O papa Francisco nomeou nesta quarta-feira, 03 de janeiro, dom Francisco Canindé Palhano como novo bispo da diocese de Petrolina (PE). Dom Palhano foi transferido da diocese de Bonfim (BA), onde atuou desde novembro de 2006.

Natural de São José de Mipibu (RN), dom Francisco nasceu no dia 1º de fevereiro de 1949. Tem Mestrado em Teologia Moral, na Academia Alfonsiana da Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma.

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Antes do episcopado teve atuação na Pastoral Familiar e no Encontro de Casais com Cristo (ECC), coordenando e dirigindo grupos na arquidiocese de Natal (RN) e em âmbito regional, além de fazer parte do Conselho Nacional do ECC. Também foi professor e reitor no Seminário arquidiocesano e capelão do Hospital do Coração.

Dom Francisco Canindé Palhano tem como lema episcopal “Oportet illum regnare (1Cor 15,25)” – (Ele deve reinar).

A diocese de Petrolina estava vacante desde o dia 12 de julho de 2017, quando o papa aceitou a renúncia de dom Manoel dos Reis de Farias, por motivo de idade. A distância entre as duas sedes episcopais é de apenas 130 quilômetros pela rodovia BR 407.

Saudação da CNBB

Dom Leonardo Steiner, secretário-geral da CNBB, assina saudação em nome da Conferência dirigida a dom Francisco Canindé Palhano

Leia a Saudação.

Saudação da CNBB a dom Francisco Canindé Palhano

Brasília, 03 de janeiro de 2018

Prezado dom Francisco Canindé Palhano.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) congratula-se com sua nomeação como bispo de Petrolina (PE), ocorrida hoje, quarta-feira, 03 de janeiro, por vontade do Papa Francisco. Nos alegramos com sua nova missão e agradecemos ao Santo Padre pela nomeação.

Saudamos o senhor, neste momento, com as palavras do Papa Francisco num discurso feito a bispos nomeados no curso do ano de 2014: “Sinto o dever de recordar aos Pastores da Igreja o vínculo inseparável entre a presença estável do Bispo e o crescimento da grei. Cada reforma autêntica da Igreja de Cristo começa a partir da presença, de Cristo que nunca falta, mas também do Pastor que governa em nome de Cristo […]. O Concílio de Trento dizia isto com muita razão. Com efeito, nos Pastores que Cristo concede à Igreja, Ele mesmo ama a sua Esposa e oferece a sua vida por Ela (cf. Ef 5, 25-27). O amor torna semelhantes aqueles que o compartilham; por isso, tudo o que é belo na Igreja provém de Cristo, mas também é verdade que a humanidade glorificada do Esposo não desprezou as nossas características. Dizem que depois de anos de intensa comunhão de vida e de fidelidade, até nos casais humanos os traços da fisionomia dos esposos se comunicam gradual e reciprocamente, e ambos acabam por se assemelhar um com o outro”.

Reiteramos ao senhor e as comunidades de Petrolina as nossas orações, rogando a proteção da Mãe de Deus. 

Em Cristo,

 Dom Leonardo Ulrich Steiner

Bispo Auxiliar de Brasília

Secretário-Geral da CNBB

Fonte: CNBB

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