Francine Porfirio trará palestra sobre os desafios da catequese com adolescentes e jovens ao Congresso Catequistas Brasil

Durante a adolescência, é comum que o jovem passe por diversas transformações. Além das mudanças no corpo, acontece uma profunda alteração na visão de mundo do indivíduo. Entre os tantos desafios dessa época da vida, a catequese surge como importante agente de evangelização e desenvolvimento moral.

“Penso que o principal desafio é a catequese corresponder metodologicamente às necessidades desse público. É preciso que a catequese esteja atenta à linguagem, aos dilemas e às características tão típicas dessas idades para ser espaço de acolhida, amadurecimento e desenvolvimento”, analisa a psicóloga analítico-comportamental e escritora Francine Porfirio.

Francine, que é autora de diversos livros de catequese, publicados pela Editora Vozes, estará presente no Catequistas Brasil, em duas palestras sobre “O encontro e a dinâmica na catequese com adolescentes e jovens”. Os encontros acontecem no dia 09 de fevereiro, às 10h e 14h30, na Sala 03.

“É uma grande honra participar de um evento que cumpre a missão tão importante de reunir temáticas que atendam às demandas da catequese, favoreçam a formação dos catequistas, orientem o caminhar catequético e fortaleçam a fé do catequista. Tenho a expectativa de presenciar neste evento muitos catequistas renovando seu ânimo e compromisso enquanto agentes evangelizadores”, comenta.

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Para a palestra, o público pode esperar uma fundamentação teórico-prática para auxiliar o olhar e o manejo dos catequistas junto a adolescentes e jovens no contexto catequético. Em sua fala, a autora dará ênfase à catequese como espaço não apenas de evangelização, mas de desenvolvimento moral em idades tão sensíveis à estruturação da personalidade e ao compromisso ético.

A ideia, é mostrar ao catequista que ele é modelo capaz de oferecer a esses públicos uma inspiração de postura cristã e cidadã em uma sociedade que concorre contra esses valores. “É preciso que o catequista compreenda que, para adolescentes e jovens, seu papel não se limita à educação da fé, pois também atua transversalmente como agente de educação moral”, encerra Francine.

Redação Editora Vozes

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