maria e a virtude da espera

Maria aparece nos Evangelhos como uma mulher silenciosa, que, muitas vezes desconhece o que se passa à sua volta, mas medita tudo em seu coração. Maria é uma mulher que não se deprime face às incertezas da vida; nem uma mulher que protesta e se lamenta contra a sorte que muitas vezes se Lhe apresentava hostil.

Pelo contrário, é uma mulher que aceita a vida como vem, com os seus dias felizes, mas também com as suas tragédias, indicou o Santo Padre. O sucessor de Pedro disse que “as mães nunca desistem nem abandonam. As mães não traem”. No momento mais cruel, Ela sofria com o Filho. Ela simplesmente estava ali, ao seu lado.

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Depois, em Pentecostes, no primeiro dia da Igreja, reencontramos Maria como Mãe da Esperança em meio àquela comunidade de discípulos tão frágeis: um deles havia negado o Mestre, muitos tinham fugido, todos tinham medo. Maria simplesmente estava lá no seu modo normal de ser, como se fosse algo natural: a Igreja primitiva, envolvida pela luz da Ressurreição, mas também pela incerteza e pelo medo dos primeiros passos a dar no mundo.

“Por isso, todos nós A amamos como Mãe. Não somos órfãos, todos temos uma mãe no céu”, disse ainda o Papa Francisco. Maria nos ensina a virtude da espera, mesmo quando tudo parece sem sentido, pois confia no mistério de Deus. “Nos momentos de dificuldade, que Maria possa sempre amparar os nossos passos, possa sempre dizer ao coração: levanta-te, olha para frente, para o horizonte, porque Ela é Mãe de esperança.

Fonte: Um Minuto com Maria

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