menino de santo andré recebe mensagem do papa

Murilo de Andrade Climaco, 11 anos, de Santo André, usou uma carta para expressar sua admiração pelo papa Francisco, líder da Igreja Católica.

Para surpresa do garoto, que sonha em se tornar padre desde os 4 anos, a mensagem foi respondida pelo Vaticano. “Fiquei paralisado”, conta Murilo, que é coroinha da paróquia Nossa Senhora de Fátima, na Vila Curuçá.

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Na correspondência, escrita em março, e encaminhada ao Vaticano pelo bispo dom Pedro Carlos Cipollini, representante da Diocese de Santo André, o menino transmitiu ao sumo pontífice todo o afeto sentido.

“Contei que rezo por ele, que quero ser padre e que estou sendo perseverante. Fiz também um desenho do papa comigo”, recorda.

Por semana, o papa recebe cerca de 6.000 cartas. A expectativa do retorno teve fim nove meses depois, na resposta assinada pelo assessor de assuntos gerais da Igreja, monsenhor Paolo Borgia.

“O papa Francisco ficou contente ao ver os bons sentimentos e generosos propósitos que lhe animam, tendo-me encarregado de agradecer a você, Murilo, por este testemunho de carinho e confiança”, diz trecho da mensagem, que chegou acompanhada de um terço e uma fotografia do sumo pontífice.

Mais do que emocionado, Murilo diz que ficou surpreso por ter sido respondido, tendo em vista as milhares de cartas recebidas pelo papa.

“Ele reza pelo mundo, levando mensagens de paz. Vai onde tem guerra, conversa com políticos de vários países, faz tantas coisas, mas responde a todos”, fala o garoto, que leva isso como exemplo a ser seguido. “Quero motivar as pessoas a servirem a Jesus.”

O coroinha destaca que o desejo de seguir a vida religiosa surgiu durante celebração na igreja.

“Em uma missa de cura e libertação senti uma coisa maravilhosa no coração e o desejo de ser padre, para ajudar as pessoas”, recorda ele, que tem como inspiração os párocos Renato Aparecido da Cruz Solto (atualmente na paróquia Santíssima Virgem, de São Bernardo) e Vanderlei Ribeiro, da igreja Nossa Senhora de Fátima.

“Ele sempre diz que não será uma pessoa completa e feliz se não for padre”, relata a mãe, Natalia de Andrade Climaco, 48.

Fonte: Diário do Grande ABC

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