rito de ordenação sacerdotal | Imagem: Reprodução

O assunto “celibato sacerdotal” entrou em alta devido a recentes declarações do Papa Francisco.

De acordo com Francisco Borba Ribeiro Neto, coordenador do Núcleo Fé e Cultura da PUC-SP, celibato é:

“uma condição de oferta total da pessoa ao serviço de Deus e da comunidade.”

A pessoa que decide seguir o sacramento da ordem, deve fazer voto de castidade e renunciar a possibilidade de uma vida matrimonial.

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Como justificativa, entende-se que um sacerdote casado não poderia dedicar-se totalmente a igreja e que sua entrega, portanto, seria maior através do celibato sacerdotal.

“Diferentemente de uma profissão leiga, o sacerdócio católico é algo a que uma pessoa é chamada, algo mais que uma atividade que ela individualmente deseja fazer. Ceder às pressões para que os padres se casassem seria, na visão da Igreja, facilitar a entrada de pessoas não verdadeiramente vocacionadas, que acabariam se tornando maus padres”

Justificou o Padre jesuíta Thomas Reese em uma declaração de 1934.

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Mudanças?

Recentemente o Papa Francisco fez declarações polêmicas, em que defendia a possibilidade de liberar a ordenação de padres casados para evangelizar na Amazônia.

De acordo com o Movimento Nacional das Famílias dos Padres Casados, mais de 7 mil brasileiros solicitaram à Igreja a dispensa do sacramento da ordem em troca do matrimônio.

Retirar o celibato sacerdotal, resultaria num número maior de padres para a igreja.

Em contraposição,figuras religiosas apontam que se uma pessoa quer se casar, ela não foi escolhida para o sacramento da ordem.

Fonte: BBC 

 

 

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