A questão do dízimo é ampla, tendo muitas interpretações. Cada denominação religiosa tem seus costumes no pagamento dele. Algumas Igrejas são rígidas, impondo uma porcentagem e dificultando a vida das pessoas.

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Encontramos a prática de ofertas desde os primeiros livros da Bíblia. O livro do Gênesis fala do dízimo de Abraão etc.

A realidade é está: as igrejas devem manter suas estruturas materiais e facilitar o funcionamento espiritual. Sem a captação de recursos isto seria impossível.

Graças a Deus que as igrejas não são dependentes dos estados e países, tem vida própria e caminham com suas pernas. A história narra as tragédias ocorridas para as igrejas quando eram dependentes dos estados.

Assim, o dízimo é a forma encontrada para sustentar materialmente as igrejas e dar condições para que façam seu trabalho evangelizador.

A questão mais difícil é chegar a um determinador correto, fazer que o dízimo seja apenas o suficiente para manter a estrutura material e organizacional. Sem ser um peso insuportável.

Como os pobres pagariam o dizimo?
O correto seria que eles fossem ajudados com o que fora recolhido na comunidade.
Assim não seria melhor você ajudar os pobres sem saber da situação real destas pessoas que ajudas imaginando que este gesto substituía o dízimo.

O melhor é deixar que as organizações da Igreja localizem os pobres, conheça estas famílias e com a parte do valor recolhido destinado aos pobres, ajudem os desfavorecidos. Do mesmo modo as vítimas de alguma calamidade. Em particular não possui todo o conhecimento do problema do necessitado.

Fonte: A Bíblia.org

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