Ser dizimista é sinal de partilha sincera conadiz

A Igreja fiel a Jesus Cristo, seu fundador, alimenta em nós sentimentos de unidade e compromissos de amor que nos levam a olhar a nosso redor, a ver as necessidades de cada pessoa, irmãos nossos, e em uma intuição natural nosso pensamento se dirige para o alto, leva nossos pensamentos a Deus que, sabemos, sentimos, é o criador de todas as coisas, tudo é Dele, somos Dele.

Conheça o CONADIZ – Congresso Nacional da Pastoral do Dízimo e da Partilha

Embora cada um de nós seja único, individual, não conseguimos viver sem a dependência, a comunhão com outras pessoas. Isto não depende de nós, é determinação de quem nos criou, Deus.

A necessidade de conviver com outras pessoas, partilhar sentimentos e descobertas nos faz buscar, juntos, as necessidades comuns e a comunhão com Deus. Quanto mais nos sentimos unidos e solidários uns com os outros, maior é a intimidade também com Deus.

Quanto mais nos sentimos em comunhão com Deus, maior é a sensação de bem estar, segurança, alegria interior, disposição para o bem, sensibilidade e discernimento para o essencial da vida.

Reflexão

Quando entendemos o dízimo como elemento importante na formação de comunidade e vemos na comunidade refletida a imagem mais nítida da vontade de Deus, estamos vivendo a melhor forma de consagração.

Consagrar o dízimo e nossas capacidades, marca profundamente nossas vidas e vão além, porque deixam marcas de fé em cada realização comunitária para os que virão.

E vai muito mais além, se espalha pelo universo, pelo testemunho dos que vão pelo mundo afora vivendo em outros lugares, com outras pessoas, tudo o que aprenderam e viveram no nosso convívio. Que dimensão bonita esta! Não guardar só para si, mas partilhar. Como Deus partilhou com cada  um de nós, partilhamos também nós com todos da  comunidade, nossa família ampliada, com pais, irmãos, todos unidos, um ajudando o outro. Imagem e semelhança de Deus! Parecidos com Deus, com gestos de Deus. Ficar fora disto? Nunca! Seria uma pena!

Atitude

Na experiência do dízimo está implícita a generosidade do agricultor que abre mão de comer a semente para plantá-la. Ele tem a ciência, o conhecimento dos resultados que constatará lá na frente, ao seu tempo, na colheita dos frutos, 30, 60, 100 por um. Quem dá o dízimo é porque descobriu a transcendentalidade dele, o que vai além, onde vai parar, o que vai encontrar, o que vai produzir em comunidade.

3 atitudes e ações importantes sobre dízimo

  1. O dízimo deve ser como elemento importante na formação de comunidade;
  2. Todo dizimista deve consagrar suas capacidades e colocá-las em comum;
  3. O dizimista deve entregar sua oferta na comunidade sem reservas e com alegria.

Antoninho Tatto é Formado em Ciências Contábeis e Administração de Empresas. Autor de diversos livros, dentre eles o “Dízimo e Oferta na Comunidade”. É missionário, já visitou mais de 6.000 cidades e implantou o dízimo em mais de 2.100 Paróquias no Brasil.

Faça um comentário