Existem conceitos tão bem conhecidos por nós que acabamos por banaliza-los e por vezes se faz necessário reavaliar alguns deles. Vale a pena refletir um pouco sobre o Dízimo.
Como podemos conceituar o Dízimo nestes tempos em que nos defrontamos com as nossas próprias urgências e as necessidades de pessoas próximas? Haverá um lugar para o Dízimo em nossa realidade atual?

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Sabemos que o Dízimo é uma forma justa e adequada de retribuir, de devolver a Deus aquela parte do todo que Ele continuamente nos dá. O Dízimo é uma retribuição regular (e não esporádica), promocional (e não aleatória) dos bens que recebemos e que então entregamos na Igreja (e não para uma entidade filantrópica, congregação religiosa ou outras boas obras apostólicas), destinado a promover as necessidades paroquiais em vista da Evangelização, ou seja, do anúncio do Reino de Deus para todos os homens e mulheres.

Os benefícios que recebemos de Deus estão sempre em função da vida. O tempo, os bens imateriais que podemos chamar talentos e capacidades e os bens materiais, que são obtidos normalmente a partir do exercício dos nossos talentos e capacidades.

Logo, oferecer Dízimos não é fazer um pagamento, mas é partilhar a vida, porque o dinheiro oferecido através do Dízimo ou das Ofertas na Igreja corresponde a uma parcela do nosso trabalho e do suor derramado na obtenção do pão nosso de cada dia, corresponde a um diálogo de gratuidade, de graça recebemos, de graça devemos dar.

O Dízimo, pois, é um ato de generosidade, de partilha, de fé e de amor a Deus e aos irmãos, ato de confiança e compromisso com o anúncio do Reino de Deus.

+ Dízimo, antes de tudo um ato de adoração
+ Dízimo é assunto de família!
+ Como implantar a prática do dízimo?

Fonte: Luiz Tarciso

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