O Dr. Jordan Peterson é um dos intelectuais conservadores mais influentes do momento. Seu livro “12 Regras Para a Vida: Um antídoto para o caos” ainda não está disponível em português, mas ele já tem público cativo por aqui devido a seus vídeos legendados disponíveis nas redes sociais.

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Psicólogo clínico, o canadense Peterson tem influenciado a compreensão moderna sobre a personalidade, sendo considerado um dos maiores defensores da liberdade de expressão, opondo-se continuamente ao discurso da “política da identidade”.

Recentemente ele condenou a doutrinação dos alunos nas escolas, onde são expostos à ideologia de gênero, o que ele classifica de “doutrina completamente insana”.

Em um podcast, publicado recentemente, ele denunciou o uso de personagens como “Unicórnio de Gênero” ou o “ursinho de pelúcia assexuado” ​​para ensinar às crianças que o sexo biológico não existe, sendo prevalente apenas o sentido psicológico do sexo.

O psicólogo disse que na América do Norte o novo experimento social em sala de aula é a ficha de “identidade de gênero”, onde as crianças são convidadas a repensar o que seus pais lhe ensinaram a vida toda. Todos os alunos recebem instruções sobre como podem escolher o “gênero” que quiserem, ou nenhum, se preferirem.

Sendo um animal mítico, o unicórnio pode ser visto como masculino, feminino, ambos ou mesmo sem sexo (neutro). Algumas escolas chegam a fazer “testes” para sabes com quais dessas opções os alunos se identificam.

“Isso é basicamente direcionado para prepará-los antes do ensino médio e superior. Eles estão incutindo cada vez mais cedo essa tal filosofia de identidade”, destacou, deixando claro que vê “sérios problemas com essa doutrinação”.

“O primeiro problema é ignorar que existem diferenças biológicas entre homens e mulheres. A grande maioria das pessoas sabem o seu sexo biológico e agem de acordo com ele. Então, a ideia de que identidade e biologia são independentes é completamente insana”, conclui Peterson.

“Outro problema é tentar reimaginar o sexo biológico, descrevendo-o como “gênero”, e dizer que orientação sexual é “fluída” é algo completamente ilógico”, acredita. O psicólogo apontou que todo esse discurso se contradiz toda vez que se alguém fala sobre deixar de ser gay ou procurar terapia para isso.

Fonte: Gospel Prime

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